Empresário mostra irritação com conduta da diretoria sobre Cadu
Mesmo apresentando melhor rendimento em campo, Carlos Eduardo
ainda está longe de ser uma unanimidade entre torcedores e também
dirigentes do Flamengo. E o empresário do meia, Jorge Machado, está
irritado com a exposição a qual o jogador, emprestado pelo russo Rubin
Kazan até meados de 2014, vem sendo submetido. Diante de corriqueiras
declarações, como a do vice de marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap,
que disse estar decepcionado com Cadu,
o procurador declarou que a cúpula rubro-negra tem de falar menos e
garantiu que o camisa 20 não deixa o clube antes do fim do contrato, a
menos que seja interessante para ele.
- Não fui procurado, mas já ouvi entrevistas de dirigentes falando que
foi uma contratação errada e tal. Dirigentes têm mania de começar com
esse tipo de coisa quando surge uma pressão. Cadu é um jogador que
custou caro para o Rubin Kazan. Conversou com vários clubes, e o
Flamengo nos ofereceu as melhores condições. Então, é preciso
cumpri-las. Isso é uma coisa que eu decido com o Eduardo. Acho que está
na hora de o futebol brasileiro ser profissional. O cara contrata alguém
e tem que cumprir. Só isso. É uma coisa que chateia muito. Não existe a
mínima condição de devolução, a não ser que seja interessante para o
Eduardo - afirmou o empresário em entrevista à Rádio Brasil.
O Flamengo nunca procurou Jorge Machado sequer para iniciar conversas por uma possível quebra de contrato. Entretanto, há cerca de dois meses, quando, mesmo com o velho conhecido Mano Menezes, o meia-atacante ficou no banco de reservas, um dirigente fez contato para revelar que as cobranças em cima do atleta internamente estavam cada vez maiores. Desde então, Cadu cresceu de rendimento e, mesmo sem empolgar, fez com que a situação ficasse bem mais calma.
O Flamengo nunca procurou Jorge Machado sequer para iniciar conversas por uma possível quebra de contrato. Entretanto, há cerca de dois meses, quando, mesmo com o velho conhecido Mano Menezes, o meia-atacante ficou no banco de reservas, um dirigente fez contato para revelar que as cobranças em cima do atleta internamente estavam cada vez maiores. Desde então, Cadu cresceu de rendimento e, mesmo sem empolgar, fez com que a situação ficasse bem mais calma.
Apesar de deixar clara sua insatisfação com a diretoria do Flamengo,
Jorge Machado diz que o mesmo não acontece com Carlos Eduardo. Segundo
ele, o jogador está tranquilo, sabe que poderia estar rendendo mais, mas
acredita que conseguirá conquistar a torcida rubro-negra.
- Ele está tranquilo. Sabe que não está rendendo o que pode, mas vai
voltar. Não seria um jogador sem personalidade sendo vendido por 10
milhões de euros aos 18 anos, e depois por 24 milhões de euros. Ele não
tem problema nenhum, isso é uma manifestação minha. Ele continua
trabalhando para conquistar a torcida do Flamengo, como fez na Alemanha.
Ele teve uma lesão, como foi o caso do Sobis, do Nilmar. Quando ele se
recuperar, certamente vai voltar a ser o jogador que ele era - opinou.
Cuidando da carreira de Carlos Eduardo há cerca de oito anos, Jorge Machado pede mais profissionalismo ao futebol brasileiro.
- É o momento de eu começar a defender o Eduardo, que está comigo desde
os 18 anos. O Flamengo tem de dar um basta nisso e cumprir o que foi
contratado. Futebol não é matemática. É muito prematuro tentar julgar e
definir alguém, dizendo que não serve mais, vamos devolver. Para o
Carlos Eduardo vir para o Brasil e para o Flamengo, nós abrimos mão de
muita coisa. Ele não veio brincar aqui - afirmou.
fonte: globoesporte.com
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